Eu tinha apenas 13 anos.
Um de meus irmãos chamou-me para darmos uma volta de carro. Precisávamos conversar.
O caminho era ladeado por muitas árvores, e os raios do Sol esforçavam-se por penetrar. Era uma tarde sombria em meus pensamentos.
Havia um tom preocupado em sua voz, mas delicadeza em suas palavras. E uma vontade de não ferir. Mas era inevitável.
Senti meu corpo esquentar. A paisagem rodopiava. Um cheiro de ausência disseminou-se pelo ar.
Naquela tarde, guardada nos escombros das minhas memórias, descobri quão frágil e indefesos nos sentimos ao perder um pai.
E talvez tenha sido ali, dilacerada pela dor da morte, que tenha deixado de ser criança...
Um de meus irmãos chamou-me para darmos uma volta de carro. Precisávamos conversar.
O caminho era ladeado por muitas árvores, e os raios do Sol esforçavam-se por penetrar. Era uma tarde sombria em meus pensamentos.
Havia um tom preocupado em sua voz, mas delicadeza em suas palavras. E uma vontade de não ferir. Mas era inevitável.
Senti meu corpo esquentar. A paisagem rodopiava. Um cheiro de ausência disseminou-se pelo ar.
Naquela tarde, guardada nos escombros das minhas memórias, descobri quão frágil e indefesos nos sentimos ao perder um pai.
E talvez tenha sido ali, dilacerada pela dor da morte, que tenha deixado de ser criança...
Eu acho q essas situações q aconteceram na sua vida a fizeram crescer de uma maneira q talvez vc não consiga enxergar... mas criança vc nunca deixou de ser!!! Vc escreve de uma maneira que parece q eu até consigo estar presente na situação e ver seu sofrimento por inteiro... e choro escondidinho no meu canto... q nem criança!
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