Algumas caixinhas ficaram vazias.
São situações não vividas, algumas oportunidades perdidas, palavras não ditas.
Mas elas são importantes. Ensinaram-me que momentos e tempo não devem ser desperdiçados. Relacionamentos não devem ser evitados. Palavras não devem ser guardadas.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Não olhe para trás...
O ano: 1985. E até hoje choro quando vejo esse comercial. Essa música marcou a minha infância.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Minha menina

Ah! Essa menina sapeca, desliza pela casa como bailarina, sorri como estrela, percorre o quarto com piruetas.
Quando nasceu, vi apenas pretos cabelos e sua boca vermelha. Enfeitiçou-me. Ali, ainda nas dores de sua chegada, na emoção da nova vida, despertou todos meus sentidos para contemplá-la. Meu novo amor. Foi assim que a chamei.
E agora, minha princesa, 5 anos com jeito de menina levada. Gosta de cantar a vida em melodias improvisadas. Gosta de dormir abraçada. Magoa-se com a brutalidade. Porque é delicadeza. De alma pura e ingênua. Meu novo e grande amor.
Hoje, brindo seu dia. Com amor de mãe, infinito...
Quando nasceu, vi apenas pretos cabelos e sua boca vermelha. Enfeitiçou-me. Ali, ainda nas dores de sua chegada, na emoção da nova vida, despertou todos meus sentidos para contemplá-la. Meu novo amor. Foi assim que a chamei.
E agora, minha princesa, 5 anos com jeito de menina levada. Gosta de cantar a vida em melodias improvisadas. Gosta de dormir abraçada. Magoa-se com a brutalidade. Porque é delicadeza. De alma pura e ingênua. Meu novo e grande amor.
Hoje, brindo seu dia. Com amor de mãe, infinito...
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Dezembro
Nessa época do ano, começo a abrir minhas caixinhas de memórias, uma a uma, e a saboreá-las vagarosamente.
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